quinta-feira, 9 de abril de 2020

Ministério da Saúde, Magnamed e grandes empresas fecham acordo para produção de 6,5 mil ventiladores pulmonares

Contrato prevê a entrega de toda produção de ventiladores da Magnamed até agosto de 2020; operação foi viabilizada por parcerias com as empresas líderes do projeto Positivo Tecnologia, Suzano, Klabin, Embraer e Flex
São Paulo, 08 de abril de 2020 – A Magnamed, maior fabricante de ventiladores pulmonares do Brasil, firmou um contrato com o Ministério da Saúde para entregar 6,5 mil unidades até agosto de 2020. O acordo, que entra em vigor imediatamente, faz parte dos esforços empreendidos pelo poder público e pela iniciativa privada no combate à Covid-19. O ventilador pulmonar é peça-central no tratamento de pacientes hospitalizados em estado grave e, para viabilizar o aumento da oferta nacional do produto, a Magnamed contou com o apoio de um grupo de empresas lideradas por Positivo Tecnologia, Suzano, Klabin, Flex e Embraer e apoiadas pela Fiat Chrysler Automóveis, White Martins, entre outras.
“Iniciamos uma ação há cerca de 45 dias, que é extremamente complexa, que é fazer com que a indústria nacional dispare uma produção em tempo reduzido. Temos quatro empresas que produziam esses equipamentos em uma pequena quantidade e, juntos, conseguimos ampliar esta produção”, comemorou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “A Magnamed se sente honrada em poder ajudar o País neste momento, que só foi possível graças a parceiros”, afirma Wataru Ueda, Chief Executive Officer (CEO) da Magnamed.
Para atender à demanda do Ministério da Saúde, a Magnamed está recebendo a colaboração da Positivo Tecnologia, da Suzano, da Klabin, da Embraer, da Fiat Chrysler Automóveis, da White Martins e da Flex. Cada uma colaborando de uma maneira para que tamanha produção possa ser viabilizada em um curto espaço de tempo.
A Positivo, por exemplo, está responsável pelo fornecimento de placas. “Devido ao contexto global, há um desafio enorme para conseguir viabilizar a fabricação desses respiradores em tempo recorde, por isso estamos trabalhando fortemente com nossas equipes no Brasil e no exterior para vencermos os desafios de conseguir ou desenvolver os componentes indispensáveis para fabricar estes respiradores pulmonares que serão de grande valia para salvar vidas", diz Helio Rotenberg, presidente da Positivo.
A Suzano auxilia em questões de engenharia e na procura para encontrar fornecedores globais de insumos, além de prover capital de giro para a aquisição de componentes. "A situação vivenciada em outros países mostra que o número de ventiladores disponíveis é um fator determinante para salvarmos vidas. Por isso, estamos empenhados, junto aos parceiros nessa iniciativa, a aumentar a oferta desses equipamentos no Brasil e, assim, ajudar os profissionais e as unidades de saúde no tratamento contra o novo coronavírus”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka.
A Klabin, por sua vez, ficará responsável pela gestão de compras e importação dos componentes para a montagem dos ventiladores, além de fornecer todas as embalagens necessárias para o transporte dos aparelhos até os hospitais de destino. “É preciso unir forças para combater a disseminação do Coronavírus. O momento é sensível e exige diretrizes intensas que valorizem a vida”, afirma o diretor-geral da Klabin, Cristiano Teixeira.  
A iniciativa da Embraer, que envolve outras sete empresas da indústria aeronáutica brasileira, buscou encontrar a melhor solução para aumentar a capacidade de produção nacional, que fosse de rápida produção e de alta escala. A expertise desse grupo de empresas em usinagem complexa de alta qualidade permitiu atender rapidamente à solicitação da Magnamed para a fabricação de cinco mil componentes até o fim de abril. Essa união de esforços demonstra a importância da mobilização dos diferentes setores industriais para  contribuir com a população nesse momento de ampla necessidade de cooperação.
Já a Flex montou linhas com grande capacidade produtiva em Sorocaba (SP) para a montagem dos ventiladores pulmonares, dedicando centenas de funcionários, o que inclui seu departamento de engenharia e técnicos, bem como equipamentos de ponta. "Estamos em um momento sem precedente. E em tempos assim é indispensável que aqueles que podem ajudar se unam. A Flex tem grande experiência no mercado de saúde no mundo, e decidimos disponibilizar essa capacidade para ajudar a aumentar a disponibilidade desse aparelho, tão indispensável, o máximo que for possível”, afirma Leandro Santos, presidente da Flex no Brasil. 
O projeto também conta com o apoio da Fiat Chrysler Automóveis (FCA), que atuou na identificação e eliminação de gargalos produtivos e na identificação de linhas de financiamento para a ampliação imediata da capacidade de produção, além de colocar seus especialistas de compras, desenvolvimento de produtos, logística e engenharia à disposição para viabilizar o aumento da capacidade produtiva de ventiladores pulmonares nacionais no prazo exíguo que a urgência da situação impõe.
A White Martins, líder no mercado de gases medicinais e industriais no Brasil e na América do Sul, é responsável pelo fornecimento de oxigênio para a fabricação e testes dos respiradores, além do projeto de engenharia e infraestrutura completa para o consumo do gás. “Sabemos o quanto os respiradores e o oxigênio são fundamentais para combater a pandemia do coronavírus. Por isso, além de concentrarmos nossos esforços para garantir o fornecimento dos gases medicinais, estamos apoiando esta iniciativa que com certeza salvará a vida de muitas pessoas”, afirma Gilney Bastos, presidente da White Martins.
SOBRE A MAGNAMED
A Magnamed é uma empresa 100% nacional com 15 anos de atuação no mercado e fabrica anualmente 1800 ventiladores sendo 40% para UTI. Hoje exporta para mais de 60 países de onde obtém 40% de sua receita.
SOBRE A POSITIVO TECNOLOGIA:
A Positivo Tecnologia é uma empresa brasileira que fabrica e comercializa computadores, celulares, servidores, tablets, acessórios, tecnologias educacionais e soluções de Internet das Coisas para casas e estabelecimentos comerciais. Faz parte do Grupo Positivo, conglomerado de empresas com atuação nos segmentos educacional, editorial, gráfico, cultural e de eventos. Foi fundada em maio de 1989. Possui sede administrativa em Curitiba (PR), três fábricas no Brasil, além de operações na Argentina, Chile, Quênia, Ruanda, China e Taiwan. O portfólio de marcas próprias e representadas é composto por Positivo, Positivo Casa Inteligente, Positivo BGH, VAIO, Quantum, Anker, 2A.M. e Accept.  Para informações adicionais, acesse www.positivotecnologia.com.br

SOBRE A KLABIN
A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, única companhia do país a oferecer ao mercado uma solução em celuloses de fibra curta, fibra longa e fluff, e líder nos mercados de embalagens de papelão ondulado e sacos industriais. Fundada em 1899, possui 18 unidades industriais no Brasil e uma na Argentina.
Toda a gestão da empresa está orientada para o Desenvolvimento Sustentável, buscando crescimento integrado e responsável, que une rentabilidade, desenvolvimento social e compromisso ambiental. A Klabin integra, desde 2014, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da B3. Também é signatária do Pacto Global da ONU e do Pacto Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo, buscando fornecedores e parceiros de negócio que sigam os mesmos valores de ética, transparência e respeito aos princípios de sustentabilidade.

Saiba mais: www.klabin.com.br

SOBRE A SUZANO
A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Equatorial Maranhão faz doação para o combate à COVID-19

A empresa colaborou com monitores multiparamétricos, aspirador de secreção cirúrgico portátil e ventiladores mecânicos.
  
Estamos em um momento de unir esforços em prol da contenção do avanço do coronavírus no Maranhão, assim, a Equatorial Energia vem trabalhando com compromisso e segurança para garantir o pleno funcionamento do sistema elétrico do Estado e se empenhando para minimizar os impactos da doença.

Para isso, a distribuidora trabalha o pilar sustentabilidade com a realização de ações em diversas frentes de atuação. Neste momento a Equatorial Maranhão uniu suas forças ao Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Saúde, para apoiar as unidades de saúde no atendimento às pessoas contaminadas com a COVID-19, com a doação de equipamentos que auxiliarão, principalmente as vítimas. Entre os itens doados estão: monitores multiparamétricos, aspirador de secreção cirúrgico portátil e ventiladores mecânicos.
 
Para o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, o desafio do momento é somar forças em prol do bem maior. "Toda atitude para fortalecer a assistência no Sistema Único de Saúde pode salvar vidas. O Governo tem adotado diversas medidas para reduzir os impactos causados pelo novo coronavírus no estado e a Equatorial vem unir esforços pelo Maranhão. Neste momento, toda a sociedade é chamada a fazer a sua parte. É através de parcerias como esta que vamos vencer a luta contra o coronavírus", destaca.

A Equatorial Maranhão colabora, dessa forma, para que o sistema de saúde seja reforçado e que o MA tenha condições de atender a todas as pessoas diagnosticadas com a COVID-19. A empresa está atenta a todas as orientações dos órgãos oficiais de saúde, inclusive em relação aos colaboradores, que estão em home office para atividades não essenciais e com todos os cuidados com as equipes de campo, na execução das atividades essenciais nas ruas. “Nosso objetivo é apoiar o Estado a conter a disseminação do novo coronavírus e assim voltarmos à normalidade o mais breve possível”, ressalta o presidente da Equatorial Maranhão, Augusto Dantas.

A Equatorial Maranhão, nesse contexto, permanece seguindo todas as orientações do Ministério da Saúde e órgãos de saúde local para conter o avanço da Covid-19 e diminuir os impactos da doença no Estado. As agências de atendimento permanecem fechadas, mas os canais digitais estão disponíveis gratuitamente durante toda semana para dar suporte às solicitações de serviços dos clientes.



Assessoria de Imprensa da Equatorial Energia Maranhão

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Home office: como montar um espaço adequado para estudos e trabalhos durante a quarentena

Um dos principais desafios para os pais atualmente em quarentena com filhos em casa é fazer com que as crianças sigam o mesmo ritmo de estudos que tinham quando frequentavam a escola diariamente. Para muitos, a pandemia é sinônimo de férias, e ai começam os problemas que vão desde a mudança de horários para dormir e acordar, aos excessos alimentares com lanches e guloseimas toda hora.

Psicólogos recomendam seguir a mesma rotina, acordar na mesma hora que iria para a escola; tirar o pijama, tomar café e já começar os estudos. Isso ajuda a criança a não mudar o relógio biológico e continuar com foco nos estudos. Se a mesma for dormir tarde porque ficou vendo filmes ou jogando, irá acordar sonolenta e terá menos produtividade nos estudos.

Outra questão importante é no que diz respeito ao ambiente do estudo em casa. O ideal é ter um espaço bem iluminado e ventilado, com silêncio e móveis ergonômicos. Estudar na cama ou em outros móveis da casa por muito tempo pode trazer dores e problemas mais sérios de coluna e visão.

Segundo a arquiteta do Grupo Potiguar Amenna Maia, o básico para a criança estudar com mais qualidade é ter uma luminária de mesa, uma carteira e cadeiras na altura ideal, de preferência no próprio quarto. Se puder contar com uma estante por perto, para guardar todo o material escolar que está utilizando, melhor ainda.

“E não basta usar uma escrivaninha, há de ser na altura ideal da criança. Uma escrivaninha muito alta estimula a má postura principalmente a do pescoço. Já uma escrivaninha muito baixa estimula a postura mais relaxada. O ideal é que o aluno esteja sentado em uma cadeira ergonômica e que o mesmo mantenha os dois pés no chão, garantindo o suporte lombar. O ideal é que os pés da cadeira sejam fixos, e não de rodinhas”, explicou Amenna.

A Potiguar, que manteve o atendimento aos clientes via delivery  (pelo tel. 98 – 2108 9999 em São Luís ou 99 – 3221 700 em Imperatriz) está comercializando escrivaninhas e cadeiras infantis para estudos, assim como mesas, luminárias, cadeiras e estantes para a montagem de home office. Muitos pais já compraram mobiliário infantil de estudo, alegando ser investimento não apenas para esse momento, mas para o futuro, criando um hábito de leitura e estudo mais saudável e ergonômico em casa.

“As pessoas que passaram a trabalhar ou estudar em casa de forma diária acabam sentido a necessidade de ter um espaço mais organizado, pois ficar improvisando mesa e cadeira sem ser no padrão ideal acaba comprometendo a produtividade. Tivemos um aumento, tanto em São Luis quanto na loja de Imperatriz, na procura por esses itens com a quarentena – cadeiras, mesas e escrivaninhas, estantes e luminárias - muitas pessoas estão sentindo a necessidade de se equipar melhor para ter um local mais produtivo de estudo ou trabalho”, disse Adriano Pestana, gerente de marketing do Grupo.

Para a bancária Maria de Jesus França, a solução para manter marido e filho produtivos em casa foi comprar uma carteira e instalar no quarto do filho Rodrigo, de apenas seis anos.

“Precisei fazer esse investimento pois antes estavam os dois juntos na sala. Meu marido fazendo teleconferências com clientes pelo computador, e meu filho do lado, na mesma mesa. Um acaba atrapalhando a produtividade do outro. Quando comprei instalei a carteira no quarto do Rodrigo, ele ficou mais concentrado nos estudos e meu marido mais produtivo, sozinho na sala. Agora o Arthur sente mais prazer em ter seu próprio espaço de leitura e estudos”, explicou a bancária.


Prefeitura avança com nove equipes de recuperação da malha viária

Medida reduz os buracos e melhora a mobilidade urbana

Equipes de drenagens, limpeza e tapa-buracos trabalham na recuperação de ruas e avenidas danificadas pelas fortes chuvas em Imperatriz (Foto: Gil Carvalho)
A Prefeitura de Imperatriz, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, Sinfra, segue avançando com o trabalho de recuperação da malha viária de acesso às ruas e avenidas dos bairros de Imperatriz. São nove equipes que trabalham dia e noite para reduzir os impactos causados pelas fortes chuvas.
As equipes fazem os serviços de limpeza, desobstrução, drenagens e recuperação da pavimentação asfáltica, considerada uma das maiores intervenções viárias realizada nestes últimos quatro anos pelo município. “As chuvas causaram vários estragos nas ruas da cidade, mas estamos vendo a Prefeitura trabalhando para recuperá-las”, observou o conferente Francisco Morais.
De acordo com o secretário de Infraestrutura, Zigomar Filho, trabalho considerado essencial à população está sendo realizado de maneira descentralizada, evitando aglomeração, e utilizando Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).
As frentes de drenagens trabalham para recuperar as redes pluviais das ruas Santa Rita, cruzamento com a Avenida Newton Belo, no Santa Rita; na Rua Floriano Peixoto [cabeceira da ponte de concreto], na Nova Imperatriz; na Rua Tupinambá, no Bacuri; na Avenida Jacob, no Parque das Estrelas, e na Avenida Liberdade, na grande Vila Cafeteira.
“Nós estamos com equipes de tapa-buracos atuando na recuperação das ruas Bahia, no Entroncamento; na Avenida Dorgival Pinheiro de Sousa e Rua Duque de Caxias, na Vila Lobão; na Rua Godofredo Viana, no Bacuri; na Rua Tancredo Neves, na Vila Nova; na Avenida Liberdade, na Vila Cafeteira; na rua Dom Pedro II, Bacuri; na Rua Mário Andreaza, Maranhão Novo, e na marginal esquerda da BR-010, próximo à Capri Veículos.

Canais digitais da Equatorial Maranhão: mais facilidade sem sair de casa

A Equatorial Maranhão disponibiliza os seus canais digitais para solicitação de diversos serviços. Para agilizar, tenha em mãos a conta contrato, CPF ou CNPJ do titular do imóvel.

Você pode utilizar o WhatsApp, por meio do número (98) 2055-0116 para 05 serviços: informar falta de energia, pegar a segunda via de conta em PDF, pegar o código para pagamento (para quem não é o titular da conta), consulta de débitos ou solicitação de religação de energia.

Se preferir, baixe o APLICATIVO EQUATORIAL ENERGIA para solicitar seus serviços, inclusive se quiser registrar falta de energia.

Além disso, o site da distribuidora: www.equatorialenergia.com.br

  é uma verdadeira agência de atendimento online que permite a realização de mais de 20 tipos de serviços e consultas.


Por fim, se quiser contato via telefone, basta ligar gratuitamente para a Central 116, que funciona 24 horas.

Assessoria de Imprensa Equatorial Maranhão

terça-feira, 31 de março de 2020

Câmara aprova auxílio de R$ 600 por mês para trabalhador informal

Benefício vai ser pago por três meses devido à pandemia de coronavírus


Por Heloisa Cristaldo -Repórter da Agência Brasil - Brasília

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (26) auxílio emergencial por três meses, no valor de R$ 600,00, destinados aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus. A matéria segue para análise do Senado. 
Pelo texto do relator, deputado Marcelo Aro (PP-MG), o auxílio pode chegar a R$ 1.200 por família. O valor final, superior aos R$ 200 anunciados pelo Executivo no início da crise em virtude da pandemia, foi possível após articulação de parlamentares com membros do governo federal. O projeto prevê ainda que a mãe provedora de família “uniparental” receba duas cotas. 
Os trabalhadores deverão cumprir alguns critérios, em conjunto, para ter direito ao auxílio:
- ser maior de 18 anos de idade;
- não ter emprego formal;
- não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família;
- renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e
- não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.
Pelo texto, o beneficiário deverá ainda cumprir uma dessas condições:
- exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI);
- ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS);
- ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); ou
- ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020.
Pelas regras, o trabalhador não pode ter vínculo formal, ou seja, não poderão receber o benefício trabalhadores formalizados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e servidores públicos. 
Pela proposta, também será permitido a duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios: um do auxílio emergencial e um do Bolsa Família. Se o auxílio for maior que a bolsa, a pessoa poderá fazer a opção pelo auxílio. O pagamento será realizado por meio de bancos públicos federais via conta do tipo poupança social digital. Essa conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas não pode permitir a emissão de cartão físico ou cheques.
Impacto fiscal
No início da tarde, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu o auxílio de R$ 500 durante o período de crise. Segundo ele, o valor referente a meio salário-mínimo (atualmente em R$ 1.039) deveria ser pago por três meses e teria um impacto fiscal estimado entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões. Com a mudança, a perspectiva fiscal é de um impacto de R$ 14 bilhões. Maia argumentou que o valor pago aos profissionais informais deve ser mantido caso ainda haja necessidade após os três meses previstos no texto. 
“Não é possível que a gente não possa garantir aos trabalhadores informais uma renda por esse período de três meses e avaliando esse cenário a cada semana, porque isso é um cenário de guerra. É importante que a gente possa aplicar os recursos [públicos] também na sociedade brasileira”, disse o presidente da Câmara.
O líder do governo na Câmara, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), destacou o apoio de presidente Jair Bolsonaro para o auxílio de R$ 600. "O presidente Bolsonaro, muito sensível a esses 25 milhões de brasileiros que são os mais afetados, os mais sofridos, atento às reivindicações dos líderes partidários, decidiu apoiar a medida de R$ 600. Isso vai fazer com que as famílias que têm duas pessoas nessa condição tenham mais do que 1 salário mínimo, serão R$ 1.200."
Para o líder minoria, deputado José Guimarães (PT-CE), a medida é essencial em tempos de crise. “Nós temos a compreensão de que, em um momento como esse, de grave crise na economia real, que está impactando a saúde pública no Brasil, nós não podemos ter restrições para gastar. Portanto, o gasto com a saúde tem que ser ilimitado”, afirmou.  
O líder do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), afirmou que a proposta garante o “mínimo de esperança” para trabalhadores informais, mas também serão necessárias medidas para micro e pequenas empresas. 
“São os informais que hoje não estão trabalhando, não têm renda. Hoje não têm a mínima esperança de chegar ao final do mês e ter o seu dinheiro para comprar as necessidades mais básicas da sua família’, argumentou o parlamentar”, disse. “Nós aguardamos agora crédito para as pequenas e médias empresas, porque nós sabemos que também elas estão paradas e não têm como se sustentar. É preciso que o governo olhe para as pequenas e médias empresas e possa liberar crédito barato extraordinário para essa finalidade, e também a medida provisória para garantir emprego e o seguro-desemprego para os trabalhadores”.

Por Heloisa Cristaldo -Repórter da Agência Brasil - Brasília
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (26) auxílio emergencial por três meses, no valor de R$ 600,00, destinados aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus. A matéria segue para análise do Senado. 
Pelo texto do relator, deputado Marcelo Aro (PP-MG), o auxílio pode chegar a R$ 1.200 por família. O valor final, superior aos R$ 200 anunciados pelo Executivo no início da crise em virtude da pandemia, foi possível após articulação de parlamentares com membros do governo federal. O projeto prevê ainda que a mãe provedora de família “uniparental” receba duas cotas. 
Os trabalhadores deverão cumprir alguns critérios, em conjunto, para ter direito ao auxílio:
- ser maior de 18 anos de idade;
- não ter emprego formal;
- não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família;
- renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e
- não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.
Pelo texto, o beneficiário deverá ainda cumprir uma dessas condições:
- exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI);
- ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS);
- ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); ou
- ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020.
Pelas regras, o trabalhador não pode ter vínculo formal, ou seja, não poderão receber o benefício trabalhadores formalizados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e servidores públicos. 
Pela proposta, também será permitido a duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios: um do auxílio emergencial e um do Bolsa Família. Se o auxílio for maior que a bolsa, a pessoa poderá fazer a opção pelo auxílio. O pagamento será realizado por meio de bancos públicos federais via conta do tipo poupança social digital. Essa conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas não pode permitir a emissão de cartão físico ou cheques.
Impacto fiscal
No início da tarde, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu o auxílio de R$ 500 durante o período de crise. Segundo ele, o valor referente a meio salário-mínimo (atualmente em R$ 1.039) deveria ser pago por três meses e teria um impacto fiscal estimado entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões. Com a mudança, a perspectiva fiscal é de um impacto de R$ 14 bilhões. Maia argumentou que o valor pago aos profissionais informais deve ser mantido caso ainda haja necessidade após os três meses previstos no texto. 
“Não é possível que a gente não possa garantir aos trabalhadores informais uma renda por esse período de três meses e avaliando esse cenário a cada semana, porque isso é um cenário de guerra. É importante que a gente possa aplicar os recursos [públicos] também na sociedade brasileira”, disse o presidente da Câmara.
O líder do governo na Câmara, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), destacou o apoio de presidente Jair Bolsonaro para o auxílio de R$ 600. "O presidente Bolsonaro, muito sensível a esses 25 milhões de brasileiros que são os mais afetados, os mais sofridos, atento às reivindicações dos líderes partidários, decidiu apoiar a medida de R$ 600. Isso vai fazer com que as famílias que têm duas pessoas nessa condição tenham mais do que 1 salário mínimo, serão R$ 1.200."
Para o líder minoria, deputado José Guimarães (PT-CE), a medida é essencial em tempos de crise. “Nós temos a compreensão de que, em um momento como esse, de grave crise na economia real, que está impactando a saúde pública no Brasil, nós não podemos ter restrições para gastar. Portanto, o gasto com a saúde tem que ser ilimitado”, afirmou.  
O líder do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), afirmou que a proposta garante o “mínimo de esperança” para trabalhadores informais, mas também serão necessárias medidas para micro e pequenas empresas. 
“São os informais que hoje não estão trabalhando, não têm renda. Hoje não têm a mínima esperança de chegar ao final do mês e ter o seu dinheiro para comprar as necessidades mais básicas da sua família’, argumentou o parlamentar”, disse. “Nós aguardamos agora crédito para as pequenas e médias empresas, porque nós sabemos que também elas estão paradas e não têm como se sustentar. É preciso que o governo olhe para as pequenas e médias empresas e possa liberar crédito barato extraordinário para essa finalidade, e também a medida provisória para garantir emprego e o seguro-desemprego para os trabalhadores”.

Hospitais filantrópicos

O plenário também aprovou nesta quinta a suspensão, por 120 dias, a contar de 1º de março, a obrigatoriedade de hospitais filantrópicos de cumprirem metas quantitativas e qualitativas contratadas junto ao Sistema Único de Saúde (SUS). Em troca de isenção de impostos, essas unidades de saúde precisam prestar serviços de saúde como consultas, exames e procedimentos de média e alta complexidade (cirurgias, por exemplo) ao SUS.
No entanto, por causa da crise provocada pela pandemia de coronavírus, esses hospitais não conseguirão atingir as metas de quantidade e qualidade para que as mantenedoras possam contar com a isenção. 
“[A medida] garante aos prestadores de serviço do SUS, especialmente as santas casas, hospitais universitários, a manutenção dos recursos que esses prestadores recebem mensalmente e que, infelizmente, podem ser interrompidos neste momento da pandemia do coronavírus”, disse o deputado Dr Luizinho (PP-RJ). 
“Porque infelizmente, neste momento, nós temos uma situação que suspende as cirurgias eletivas. A maioria desses prestadores de serviço trabalham com as cirurgias eletivas, com procedimentos ambulatoriais e certamente serão afetados. Por isso, a manutenção por 120 dias é fundamental, a fim de que eles possam ter a manutenção das suas atividades, da situação econômica dos seus empregos”, completou o parlamentar.

Adicional de insalubridade

Outra proposta aprovada pelos parlamentares garantiu um adicional de insalubridade para trabalhadores de serviços essenciais ao combate a epidemias em casos de calamidade pública.
O texto prevê que profissionais da área de saúde, segurança pública, vigilância sanitária, corpo de bombeiros e limpeza urbana no combate de epidemias devem receber o pagamento de adicional de insalubridade em grau máximo, o equivalente a 40% do salário mínimo da região (R$ 418).
Edição: Fábio Massalli


quinta-feira, 26 de março de 2020

Suzano mantém foco operacional para garantir oferta de produtos essenciais

Produção visa atender mercados de saúde e higiene e ajudar a combater o coronavírus

A Suzano tem adotado um conjunto de medidas para auxiliar no combate à propagação do novo coronavírus. O foco da empresa está em preservar a saúde de seus colaboradores, prestadores de serviços e familiares e garantir a oferta de produtos essenciais para áreas como a saúde e as indústrias de medicamentos e alimentos.
Com fábricas instaladas em sete estados brasileiros, a companhia produz matérias-primas usadas na confecção de papéis sanitários, máscaras, fraldas e embalagens em geral, itens ainda mais indispensáveis nesse momento de isolamento social e de maiores cuidados com a higiene. Por isso, tem adotado um conjunto de medidas operacionais e administrativas para garantir o abastecimento aos diferentes mercados atendidos.
Simultaneamente, a empresa decidiu suspender todas as atividades operacionais não essenciais de colaboradores próprios e terceiros e cancelar viagens, eventos, visitas às unidades e reuniões presenciais. Os colaboradores que não necessitam estar presencialmente nas unidades para a continuidade das operações passaram a trabalhar em formato home office.
Para os colaboradores cuja presença é indispensável nas operações, a companhia adotou como ações prioritárias, por exemplo, a medição de temperatura corporal dos trabalhadores antes do acesso a fábricas ou viveiros; a distribuição de refeições individuais e espaçamento maior entre mesas e cadeiras nos refeitórios; a adoção de maior distanciamento de cadeiras em salas de controle operacionais, com sinalização visual no local; e a adoção de quarentena caso haja identificação de colaborador ou prestador de serviço com risco de contaminação.
A companhia também aumentou a frequência de limpeza e higienização de áreas comuns e determinou que, no caso dos ônibus fretados, a circulação aconteça com menos de 50% da capacidade. Todas essas ações são acompanhadas por um frequente compartilhamento de informações em todos os canais de comunicação da empresa.
“Estamos cientes da importância de manter a operação da Suzano funcionando durante esta crise. Abraçamos nossa responsabilidade em garantir toda a cadeia produtiva de itens críticos para a rede hospitalar, de saúde e alimentícia do país e do mundo”, afirma o diretor executivo de Estratégia, Gente, Comunicação, TI e Digital da Suzano, Christian Orglmeister. “Nunca nossa atividade a plena capacidade foi tão essencial. Por isto, todas as medidas preconizadas pelo Ministério da Saúde e órgãos competentes foram adotadas pela Suzano para garantir a segurança e a integridade dos colaboradores, seus familiares e da população em geral. Outras medidas poderão ser tomadas, caso haja necessidade, porque acreditamos que somente atuando juntos seremos capazes de superar este vírus”, completa o executivo.

Apoio à sociedade

Além de garantir a segurança operacional e dos colaboradores nesse momento tão difícil para o Brasil e para o mundo, a Suzano tem empreendido esforços para ajudar em outras iniciativas essenciais no combate ao COVID-19. Entre elas estão a doação de papéis higiênicos e fraldas para hospitais e unidades de saúde dos estados de São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará e Amazonas. O papel higiênico e as fraldas são de produção da Suzano, já estão em estoque e começarão a ser doados nesta semana conforme acordado entre empresa e as Secretarias de Saúde locais.
Além disso, a Suzano, por intermédio do comitê interno de crise que está acompanhando a situação do coronavírus, também tem colaborado com empresas, entidades e órgãos públicos para difundir boas práticas em favor da saúde da sociedade. A troca de informações a respeito de ações que podem ser adotadas internamente, com colaboradores e terceiros, e externamente, para o público em geral, está alinhada com um dos Direcionadores de Cultura da Suzano: “Só é bom para nós se for bom para o mundo”.

Sobre a Suzano - A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

Assessoria de Imprensa

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